sábado, 4 de julho de 2009

O atentado contra o Líder.

Por Forrest Gump...



Durante o decorrer da minha vida já vi de tudo, às vezes ao vivo pela TV, outras vezes, ao vivo pelo fato de estar presente na hora do ato.



Portanto, nessa de ver de ver tudo, é claro, que vi atentados e assassinatos contra diversas personalidades. Os alvos, geralmente, eram: presidentes (os que mais repercutiam sempre eram os norte-americanos) , líderes nacionalistas – ora pacifistas, ora radicais – ,ex-integrantes de bandas de Rock and Roll inglesas , jogadores de futebol colombianos, atletas olímpicos israelenses, políticos ,e agora mais recente, no fim do século XX, um tipo de alvo ficou comum: escolas e prédios em forma de torres...



Mas isso tudo não é importante. Entre essas infinidades de alvos, uma me chamou a atenção por dois motivos. Primeiro motivo, o alvo; e o segundo, o meio que usaram para atingir o alvo.
Diferente, de tudo que havia visto antes, este alvo era demais para minha mente entender. Afinal de contas, por que ele??! Mas, logo com esse tipo de arma?!? Nunca imaginei que isso matasse?!?! Estas foram algumas, das muitas, perguntas que vieram a tona no momento do ocorrido.



Porém, está na hora de narrar o acontecimento.
Então vamos, foi mais ou menos assim: tudo começou em uma tarde, dentro de um campus universitário, mais precisamente próximo de uma cantina. Em questão de minutos, o alvo já estava abatido. O inimigo havia feito seu trabalho.



O mundo do idioma universal,da mágica para iniciantes,do código - Morse,dos adeptos do Brizolismo e dos fãs de Bobby Fischer estava em comoção, pois afinal, seu grande líder e guia havia tombado. Seu estado de saúde ninguém sabia informar.



Tudo isso devido a um grupo radical de extrema esquerda-neoliberal-consumista há alguns meses vinha planejando atacar o alvo . Pois este, havia penetrado – por ingenuidade – no submundo acadêmico, e após descoberto os segredos que ali moravam, graças a sua honestidade e esperança no futuro, resolveu revelar-los a sociedade. Assim, com esta prova de heroísmo, o alvo assinava sua sentença de morte.



Porém, como nem só de virtudes e encantos vivem os heróis,logo, do alvo era de esperar que ele também tivesse seus defeitos. Ele era um cara até legal, defendia causas nobres, mesmo a maioria delas sendo irrelevantes. Mas que mal há nisso? Todos nós temos de concordar que alguém tem se preocupar com aquilo de que esquecemos. E isto era o que o tornava único e querido, por poucos é ressaltar! Pois, da mesma forma, que existiam poucos preocupados com suas causas, existiam também muito poucos que eram adeptos. Afinal de contas, são poucos que falam o idioma universal e usam código-Morse.



Voltando aos seus defeitos, graças a Deus, eles não eram graves. A maior parte deles eram derivados da sua má formação genética e cuidados com a saúde durante a sua fase de crescimento. Ele, ao contrário de toda humanidade, não podia comer sal;certa vez,havia sido internado devido a super-hidratação com água; suas únicas bebidas alcoólicas não podiam ter álcool e corantes, assim enquanto, todos se embebedavam ele se mantinha apenas no Yakult e Gatorade quente; Não podia comer açúcar, portanto sua língua nunca sentirá o gosto de um refrigerante.



Refrigerante,justamente o refrigerante, uma bebida tão inocente e consumida no planeta inteiro, foi o segundo motivo que me chamou a atenção neste atentado. Afinal, esse foi o meio usado pelos inimigos parar tirar a vida do alvo.



Durante minha vida, eu já vi vários meios de se matarem um alvo. Vi: rifles e revolveres sendo disparados; facas e navalhas passarem o fio em suas vítimas, bombas – e homens-bombas – explodirem, mas, matar alguém com refrigerante era novidade! Era um marco para Mundo Terrorista! Era demais, era o ápice da arte de matar! E, por conseguinte, demais para mim...


A Ação...



O inimigo, vinha há meses sondado a rotina do alvo. Sabia ,muito bem, o que ele fazia, usava, comia e bebia. Tinha todos horários, itinerários e hábitos – a maioria fora do normal, o que revoltava ainda mais os inimigos – anotados. Tinha até, se dado ao luxo de batizarem o atentado com um nome: Operação Criaturas da Luz contra o demônio das trevas. O que era um nome muito pomposo e calcado na retórica, atitudes comuns do inimigo, que viam no alvo a encarnação do mal.


Porém, o restante da história, eu posto mais tarde...


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