segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O desfecho do assassinato - parte II

Por Forrest Gump- o contador de histórias


Após meses de preparativos, enfim, tinha chegado o dia. O inimigo iria atacar. O Líder teria que ser abatido. Sendo assim, o ataque exigiria: precisão, pois, não haveria segunda chance; brutalidade, para que abalasse o moral de seus adeptos; discrição, para não deixar rastros; e muito idealismo radical, porque, não existe razão em se derrubar um regime se você não tiver uma boa proposta para justificar o predomínio do seu.

Portanto, era chegada a hora. O alvo estava no ponto de ataque. Sobre o ponto de ataque é bom ressaltar que era uma mesa que ele passava todas às tardes, praticando todas as coisas fúteis que um cidadão poderia aprender. Era da tal mesa que ele despachava a papelada; era nela que elaborava a tomada e manutenção do poder; sobre ela ficava as grandes obras que um Líder deveria e consultar, que no caso dele era apenas uma: Maquiavel; e era ao redor da mesa que se sentavam seus seguidores. Sendo assim, não precisou de muitas sondagens por parte dos inimigos, por que era óbvio que a qualquer hora do dia que resolvessem atacá-lo bastaria ir a tal mesa da cantina que ele estaria lá.


Logo, por volta das 16 horas, o Líder já se encontrava exausto, os despachos e negociações em idioma universal o haviam saturado. Era preciso, repor as energias – pessoalmente, eu achava um desperdício gastar carboidratos e proteínas com um indivíduo daquele. Afinal de contas, ele iria desperdiçá-las mais tarde com alguma causa irrelevante, mas tudo bem...

Como nele tudo era excêntrico e irreverente, era de se esperar que suas fontes de carboidratos e proteínas fossem a sua altura, nada de salgados e refrigerantes, doces e sucos prontos, tinha que ser uma combinação típica de um Líder. A dele era a junção de biscoitos do pacote amarelo e bebida a base de extrato de guaraná e elementos da Amazônia – legal, afinal, como tudo com ele tinha que ser detalhado, se fosse de outra Amazônia não serviria, tinha que ser da Amazônia Legal. Pois, ele tinha consciência de que para se legalizar algo se exigia processos, e processos eram burocráticos. Era isso que ele adorava.

Sendo assim, o Líder se dirigiu a fila. Detalhe, mesmo sendo um Líder, um homem da mais alta importância, ele gostava de enfrentar filas, não por humildade, mas pelo fato de fila ser sinônimo de burocracia. Resultado, para ele era um prazer enfrentar filas, e não um gesto nobre de um Líder.

O plano de assassinato consistia em substituir a bebida da Amazônia Legal por um refrigerante. De preferência Coca-Cola, que tinha a cor da revolução: vermelha.

Se o líder era idealista, seu inimigo não ficava para trás. Era da sua altura. Cada um deles representando sua ideologia, com seu programa social e modo de vida lutavam pelo predomínio global. Tudo bem que, a ideologia do Líder era um pouco confusa e contraditória, pregava um Mundo, digamos, meio monótono e retrógrado, pois há décadas o código Morse havia sido superado e nunca o idioma universal foi reinvidicado pelas massas. O que as massas gostavam a sua ideologia reprovava. A Nova Sociedade do Líder teria de ser sóbria, esperantista, burocrática, e saudosista, o oposto da realidade da massas...

Mas voltando à fila, chegara à vez de o Líder adquirir sua refeição. Até o momento, o inimigo não tinha levantado suspeitas. O balconista havia pactuado com o inimigo. Tinha se vendido não por dinheiro ou afinidade ideológica com o grupo opositor, mas por que não aquentava ver o Líder naquela rotina.

Para ele era uma tortura ver o Chefe da Revolução agonizar naquela rotina de despachos e articulações. Para o balconista aquele modos eram típicos de insanos. Para ele era perda de tempo todos aqueles modos, ele não conseguia compreender que eram “aqueles modos’’ eram que iria lhe tirar do balcão e inserir-lo em uma Nova Sociedade. Porém, para ele tanta fazia se a sociedade vigente ou Nova Sociedade iriam tomar o poder. O que ele queria era apenas acabar com os “ despachos” e reuniões doutrinárias na porta de seu local de trabalho.

Os sacrifícios e esforços do Líder para ele deveriam ser tratados como desvios de caráter, passíveis de tratamento ou ajuda especializada. Portanto, foi por isso que ele se propôs a participar da ação. O jovem balconista acreditava estar ajudando a ‘’ curar ‘’ o Líder. Para ser ter uma noção do espanto do balconista em relação à vida do Líder, bastou o inimigo dizer que o alvo era alérgico a refrigerante, que sua indignação explodiu. De acordo com ele, era preciso dar um basta àquela situação. Chega!!! Ele precisa de ajuda !!! O que eu tenho que fazer para ajudá-
lo ???...


Porém fica para a próxima...

Resumo da Rodada esportiva: útima semana de agosto

Por Dercy Gonçalves Puta que pariu!nem no inferno eu tenho sossego!
como se não bastassem as piadinhas com meu nome e minha idade,ainda vem me colocar como comentarista esportiva.
Eu vou publicar uns periodicos com algumas coisas que aonteceram no calendário esportivo semanal:
Vamos começar pelo futebol:
No ano que vem,o vasco vai voltar a jogar com os timer do rio pelo brasileirão.
É que Botafogo e fluminense pelo rolar da bola, em 2010 também vão iniciar o ano do outro lado do rio.
Mas o fluminense pode ficar tranquilo,que João Havelange tá velho e não vai tardar ter uma outra copa em homenagem ao coroa.
Quanto ao botafogo,tem gent chorando até agora.Aquele pessoal leva o choro muito a sério.isso pode ser alguma trauma na fase da infancia,ou algum anseio reprimido.Recomendo um bom psicológo pra tentar resolver esses problemas.
Gripando todo mundo e imune ao vírus,o Palmeiras se mantém igual a gripe suína,em alta.As autoridades de saúde já estão desenvolvendo uma vacina,mas talvez seja tarde demais quando elas forem distribuídas para a população.
O atético mineiro esteve lá em cima por algum tempinho,mas quando disseram que galo não voa,começou a despencar e está caindo até agora!!
Quanto ao Fla,acho que o único problema é o símbolo!urubu não é uma ave de elite!(vide desenhos como pica-pau) Por mais alto que o urubu voe,ele tem que ficar a maior parte do tempo aqui embaixo,pra comer e trepar.
E na fórmula 1,Barrichelo colocou o nome na história com a centésima vitória de um brasileiro na formula 1.É claro que eu nao quero que vocês pensem que ele jogou aquele troço na cabeça do Felipe massa pra ter mais chance de vencer a corrida.
Próxima postagem:Primeira semana de setembro

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Oi,você está sendo feito de otário

Por Roberto Jefferson

Estou revoltado!quem tem um celular da 'oi" e liga * 144 pra tirar uma dúvida por mais simples que seja tem que falar com aquela gravaçãozinha féla da puta,sem mãe dos infernos desgraçada e maldita!!!
E o pior não é isso!o pior é quando a gente quer simplesmente falar com um atendente,aquela filha de uma rã que fuça vem dizendo que não pode transferir para um atendente!e como se não bastasse,depois de muito tempo quando alguém consegue o feito supremo de falar com um atendente,a criatura dos infernos manda a gente ficar esperando na linha,dizendo que está averiguando informações, e repentinamente a ligação cai!!!!
Tomar no cu!!não caia na lábia daquelas propagandas bonitinhas!!!oi do caralho!!!gravação dos infernos!!o pior é quando ela não entende o comando de voz e manda aquela clássica:Desculpe!não estou entendendo!ou não entendi!eu não trabalho pra tim,nem pra vivo,nem pra claro,nem pra qualquer outra empresa e não sei como elas fornecem o serviço;mas que essa oi desgraçada dos infernos não é e nem se esforça pra ser nossa amiga,ah meu amigo! isso é verdadevamos iniciar uma campanha!sempre que você ligar pra oi e aquela gravação de uma quenga amaldiçoada começar a falar,mande ela tomar no cu!procon naquela desgraça!vamos processar sem dó!isso é um desrespeito ás ultimas resoluções da anatel!ou eles melhoram ou vão pra falência!!!gravação da "oi" é o caralho desgraça!filha da puta!cachorra do pé torto!
se fuder mermão!!